A Anvisa determinou a apreensão e a retirada imediata do produto do mercado, após fiscalização realizada em conjunto com a Vigilância de Minas Gerais. Durante a inspeção, os órgãos constataram que o chá era produzido sem alvará sanitário e fora das condições exigidas pelas normas de segurança.
O produto era vendido pela internet, em plataformas como Amazon e Mercado Livre. A ausência de controle sanitário representa risco à saúde do consumidor. Por isso, a Anvisa orientou que a população não consuma o chá.
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Produtos fabricados em locais clandestinos não passam por avaliação de qualidade, o que impede a garantia sobre composição, armazenamento e segurança. O maior controle sobre itens vendidos online também motivou a ação.
Segundo a Anvisa, a comercialização digital exige o mesmo cumprimento das regras aplicadas a produtos vendidos em estabelecimentos físicos.